segunda-feira, 7 de maio de 2012

Na vertical

E sentiram um grande temor, e diziam uns aos outros: Mas quem é este, que até o vento e o mar lhe obedecem? Marcos 4:41

Durante uma das travessias no mar da Galileia, os discípulos e o Senhor Jesus enfrentaram uma grande tempestade. Mc 4:35-41
Quando lemos a cerca desses acontecimentos, ficamos imprecionados com o que o Senhor fizera diante daqueles homens. Pelo menos três vezes tive o privilégio de pregar nesse texto. Durante nossas leituras ficamos encantados com que aconteceu e conseguimos apenas enfatizar o que o Senhor fez. Sem sombra de dúvidas esse foi o principal dos acontecimentos naquele barco! Mas, há pelo menos quatro coisas que me chamam atenção nessa travessia, e uma delas são os comentários dos discípulos quando temendo diziam uns aos outros: quem é este que até o vento e o mar o obedece? 
Pouco antes de os discípulos verem uma das mais impressionantes demostrações de sua divindade, puderam presenciar um tocante retrato de sua humanidade. Ele estava tão cansado que nem o chacoalhar do barco o despertou, muito embora os discípulos temessem se afogar. Mas eles resolveram chamar o Mestre e presenciaram o Senhor ordenando aos ventos e ao mar que aquietassem.
Essa foi uma das provas mais convincente de sua divindade. Talvez a visão desses homens ainda era muita pequena quanto ao saber quem Ele era. Acredito que a maneira deles enxergarem ainda estava muito na horizontal, muito terrena. Depois desse acontecimento, esses homens iriam ver muitos outros sinais e maravilhas. Não tenho dúvida que eles sabiam que estavam com o Senhor. Mas suas maneiras de ver, de olhar para o Senhor foi mudada ali. Esses homens não conseguiam determinar o tamanho de sua grandeza, não conseguiam olhar apenas na horizontal. Somente aqui, é que eles começam a olhar Jesus na sua grandeza, sem saber quem era, mais sabiam que era grande.
Na visão horizontal, eles viam apenas um homem cansado. Depois que mar e as ondas acalmaram-se, eles olharam para o Senhor com outra visão, a de um homem poderosissímo.  Foi somente olhando para cima que esses homens mudaram suas maneiras de olhar, o olhar na vertical marcou o ministério e as vidas desses homens.
Qual tem sido nossa visão? Será que temos olhado para o Senhor apenas na horizontal, nos preocupando somente com nossas vidas aqui na terra? Será que estamos olhando para o alto uma vez que sabemos que o Senhor está nos preparando moradas lá no céu?

O olhar apenas na horizontal, não nos dá condições de pelo menos pensar qual o tamanho do Senhor Jesus Cristo.
Mas quando mudamos nossas visões horizontais para a vertical, aí fazemos igual Jó quando disse: antes te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem. Jó 42:5
Quando olhamos para o alto, começamos a entender e enxergar através da fé e com o poder do Espírito Santo, qual é a largura, e o comprimento, e a altura e a profundidade desse Deus tão poderoso.

Mário Alves

sábado, 5 de maio de 2012

“VOLTE AO NAVIO”



“BEM-AVENTURADOS os retos em seus caminhos, que andam na lei do Senhor” (Salmo 119:1)

Na noite do dia 13 de janeiro deste ano o navio Costa Concordia viajava com mais de 4.200 pessoas a bordo quando bateu em uma rocha junto à ilha italiana de Giglio. Na ocasião o mundo ficou perplexo com mais um desastre de proporções catastróficas. No entanto, por ter acontecido bem próximo da costa, o número de vítimas fatais foi considerado relativamente pequeno comparado a outras tragédias. Fala-se em cerca de 30 mortes. Contudo, dois personagens dessa tragédia ganharam destaque mundial: o capitão do Costa Concordia, Francesco Schettino e o oficial da Capitania dos Portos da Itália, Gregório De Falco.
Contrariando a máxima de que o “capitão é o último a abandonar o navio”, Schettino foi o primeiro a abandonar o navio. Em meio ao desespero dos passageiros e toda a tensão do resgate, o oficial De Falco conseguiu localizar pelo telefone celular o capitão fugitivo Schettino, que estava em fuga numa lancha nas proximidades do navio.
Indignado com a atitude covarde de Schettino, o oficial De Falco dá ordem para que o capitão volte imediatamente para o navio e ajude a coordenar o resgate. Schettino se nega a voltar e o oficial De Falco, ameaça de prisão o comandante, caso ele não cumprisse imediatamente as ordens. Mesmo sob ameaça e apelos Schettino não voltou para o navio.
O heroísmo do oficial De Falco e a covardia de Schettino são contrastantes. O capitão Schettino foi treinado para cumprir ordens, mas a desobediência o tornou num símbolo de vergonha nacional. O oficial De Falco hoje é tratado como herói nacional. O desobediente Schettino está preso em prisão domiciliar e é vergonha nacional.
O texto sagrado acima diz que são “bem-aventurados os retos em seus caminhos, que andam na lei do Senhor”. Quem tem prazer em andar na lei do Senhor é feliz. Quem não tem prazer em obedecer à Palavra do Senhor faz parte do time de Schettino.  

ORAÇÃO: Querido Deus, ajuda-me a ser um cumpridor da tua palavra. Livra-me da desobediência deliberada. 

 Pr. Manoel Neto

terça-feira, 1 de maio de 2012

Quantas horas no trânsito? Você ganha ou perde esse tempo?

Você sabe o tempo que passa no trânsito? Pois eu sei o meu. Em média, eu vivo uma hora e vinte minutos diariamente dentro do carro. Isso equivale a 9 horas por semana, 39 horas por mês! Amarrado no banco pelo cinto, quase estático, apenas mexendo no volante e nos pedais, uma certa concentração no tráfego e o resto da mente... disponível! E eu "rodo" pouco, comparado com muita gente que conheço. Convenhamos: é muuuuuuito tempo! Esses minutos e horas valem ouro para nós. Quero lhe desafiar a fazer um levantamento de como você trata essa preciosidade. Dependendo da sua resposta, você perde tempo no carro ou ganha tempo.
Ah, já ia esquecendo: caso você queira saber, eu ouço pregações baixadas na Internet, alternando com música orquestrada, especialmente clássica. E gosto muito de conversar com Deus - mentalmente e em voz alta.


Extraído do Ministério Falando de Cristo
www.falandodecristo.com
Pr. Mauro Clark