terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

CRISTÃO E CARNAVALESCO?

Este Artigo é dirigido a qualquer um que se chama cristão e vai brincar o Carnaval. Cair na folia. Entrar no clima. Ou coisa parecida.
É difícil compreender como alguém se denomina cristão e sente-se bem num ambiente em que se pratica quase tudo o que o próprio Cristo condena!

No carnaval os princípios de Deus são desprezados, Suas leis esquecidas, Seu nome debochado. Um carnavalesco deveria examinar a si mesmo com franqueza e verificar se é o caso de se chamar cristão apenas por tradição religiosa e mera conveniência familiar e social. O Brasil está repleto desse tipo de cristão que constrange o nome de Cristo.

É por isso que somos o “maior pais cristão do mundo” e ao mesmo tempo temos a festa nacional mais imoral do mundo. Seria mais razoável que essas pessoas tirassem a fantasia e assumissem abertamente que não são cristãs, simplesmente porque Jesus Cristo não é o Senhor das suas vidas.
É bem conhecido o comentário de muitos carnavalescos que sentiram um doloroso vazio de alma no meio de toda a animação. Um patético contraste – invisível aos outros – entre os lábios sorridentes e a alma chorosa.

Seja sincero com você próprio: de todos os carnavais que já brincou, qual deles lhe ajudou a se livrar definitivamente das suas angústias? Depois da euforia tudo volta a ser como era antes, ou até pior, não é mesmo? O seu problema é afastamento de Deus e o Carnaval lhe faz o tremendo mal de lhe distanciar ainda mais dEle.
Você precisa da intervenção direta de Cristo, extirpando pela raiz o mal de seu coração e lhe implantando uma nova vida. Somente assim você ficará sabendo o que é a alegria que vem de dentro, implantada por Deus. Uma alegria que não depende de fatores exteriores, especialmente de males como o álcool, a droga, a imoralidade, a farra.

Se você tiver a felicidade de um dia se converter a Cristo e assim – independente da sua religião - tornar-se um verdadeiro cristão, você olhará para trás e dirá: “Meu Deus, em que triste condição eu me encontrava!”.
Você terá então vontade de gritar bem alto conosco no próximo Carnaval: “Parem com esta loucura. Vocês não sabem o que estão perdendo!”

Pr. Mauro Clark

domingo, 10 de fevereiro de 2013

UMA CHAVE PARA O ABISMO

E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e uma grande cadeia na sua mão. Ap 20:1

Por todo Brasil, uma chave foi entregue a um rei chamado Momo. A chave entregue, corresponde a uma tradição do carnaval. Aqui no Distrito Federal, a chave da cidade foi entregue pelo próprio governador. Assim também como em outras cidades do Brasil, autoridades também fizeram esta entrega pessoalmente ao rei Momo. Você já parou pra pensar para quem a chave da cidade foi entregue? Você teria coragem de entregar as chaves da sua casa para uma pessoa de péssima reputação e dar a ela toda autoridade por alguns dias? As chaves das nossas cidades foram entregues ao rei que durante esses dias de festa carnavalesca terá autoridade para reinar sobre nossas cidades. Nesse reinado que dura apenas alguns dias da semana, a principal ordem do rei anda na contra mão de DEUS. Nesse curto período de tempo, praticas como a idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas estão são liberadas nesses dias. A chave do abismo foi entregue a um rei que segundo alguns representa a deusa Nix que é a personificação da noite. Por alguns dias e algumas noites, nossas cidades estão entregues as trevas por aqueles que fazem do carnaval seus melhores dias. Uma chave para o abismo foi entregue ao rei do carnaval. Na Roma antiga, o mais belo soldado era designado para representar o deus Momo no carnaval, ocasião em que era coroado rei. Durante os três dias da festividade, o soldado era tratado como a mais alta autoridade local, sendo o anfitrião de toda a orgia. Encerrada as comemorações, o “Rei Momo” era sacrificado no altar de Saturno. Posteriormente, passou-se a escolher o homem mais obeso da cidade, para servir de símbolo da fartura, do excesso e da extravagância.
Observe. A chave que foi dada ao rei do carnaval abre as portas da cidade para o diabo. Mas, a chave que João viu com o anjo, era a chave do abismo onde satanás e seus anjos foram presos. Veja o contraste entre a chave dada pelo homem ao rei carnavalesco e a chave dada pelo Senhor o todo Poderoso e o efeito que elas fazem.
E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus. Mt 16:19
A chave que o Senhor da, liga-nos diretamente ao reino dos céus. Porém, a chave que nossas autoridades dão para o rei Momo desliga e ainda aprisiona.

Oremos por aqueles que nesse momento estão entregando as chaves do seu coração as trevas do carnaval. Que eles um dia conheça aquele que pode entregar as chaves do seu reino para que suas vidas sejam ligadas nos céus.

Mário Alves

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

CUIDADO COM OS DISFARCES

"E disse Jeroboão à sua mulher: Levanta-te agora, e disfarça-te, para que não conheçam que és mulher de Jeroboão; e vai a Siló. Eis que lá está o profeta Aías, o qual falou de mim, que eu seria rei sobre este povo. E sucedeu que, ouvindo Aías o ruído de seus pés, entrando ela pela porta, disse-lhe ele: Entra, mulher de Jeroboão; por que te disfarças assim? Pois eu sou enviado a ti com duras novas" (1 Reis 14:2,6). 

 Entre os astros de Hollywood ou celebridades nacionais é comum o disfarce. No mínimo isso é uma grande incoerência, pois esses mesmos astros ou celebridades quando eram anônimos faziam de tudo para serem reconhecidos pela crítica e principalmente pelo público. Depois que ganham fama e muito dinheiro passam a desprezar com disfarces, alguns ridículos, justamente àqueles que os levaram ao estrelato, ou seja, o povão. É comum celebridades inventarem mil formas de evitar os fãs. Usar disfarces não ficou somente para astros e celebridades. No texto sagrado acima Jeroboão que ansiava ser rei em Israel dá ordens a sua esposa para que ela se disfarçasse e procurasse o profeta, um de homem de Deus. Sobre esse episódio há lições preciosas. Vejamos algumas: Primeira, como é triste quando a motivação para usarmos disfarces parte de nossa própria casa. Foi o próprio marido quem incentivou a esposa a usar disfarces. Muitos dentro da própria casa estão incentivando entes queridos a usarem disfarces. Segunda, Jeroboão usa a própria esposa para seus interesses. É lamentável, mas isso ainda continua acontecendo com muita frequência. Maridos usando esposas, pais usando filhos, filhos usando pais. Terceira, Jeroboão expõe a esposa diante do homem de Deus. Que tristeza quando pessoas tão perto de nós nos expõem; Quarta, a esposa de Jeroboão se presta a ser quem ela não é. A esposa de Jeroboão tipifica àquelas pessoas que já perderam o amor próprio. A esposa de Jeroboão abre mão de ser ela mesma por causa do marido; Quinta, Jeroboão esqueceu que podemos enganar todos, menos Deus. O disfarce da esposa de Jeroboão poderia enganar todos, exceto Deus. Não podemos nos disfarçar diante de Deus. Sexta, as notícias não são boas para quem usa disfarces, nem para quem apóia os disfarçados. São essas as palavras do profeta da parte de Deus: “Pois eu sou enviado a ti com duras novas". Quem usa disfarces não receberá boas notícias. Sétima, a esposa de Jeroboão pensava que estava indo ao encontro do profeta, mas era o profeta que já estava vindo ao seu encontro. Quem usa disfarces marca um encontro com Deus.

ORAÇÃO: Querido Deus, dá-me forças para resistir àqueles que querem que eu viva uma vida de mentiras. Livra-me dos disfarces. Que a minha vida seja marcada pela sinceridade. 

Manoel Neto